sábado, 14 de janeiro de 2012

Terror no Pântano 2 (Hatchet 2)


Quatro  anos se passaram desde o original, e eis que surge a sequência. Para aliviar a todos, devo dizer que a maioria das pessoas envolvidas do primeiro retornam. Mas eu sabia que por melhor que fosse o filme, não conseguiria ser tão quanto o primeiro. O que eu acho depois de ter assistido? Que eu estava completamente certo.
O segundo começa exatamente onde o primeiro parou, com Victor Crowley pegando o braço de Marybeth (a única sobrevivente do original, agora interpretada por Danielle Harris). A garota enfia o dedo dentro do olho de Victor e consegue escapar com a ajuda de um pescador local. Ele a leva para sua casa, mas quando descobre sua identidade fica furioso e o espectador já sabe que tem coelho nesse mato.
Desnorteada, a jovem vai pedir ajuda ao Reverendo Zombie (Tony Todd o mestre de filmes de terror) para voltar ao local para dar um enterro digno aos seus parentes (!!). O motivo não é muito forte, mas o Sr. Zombie reúne um grupo de caça e ajuda a mocinha. É claro que tem mais coisa errada nessa história e ficamos sabendo ainda mais sobre a lenda de Victor Crowley e o destino das crianças que tacaram as bombinhas. É bem interessante saber os detalhes da trama que ficaram escondidos no primeiro filme.
Diferente do primeiro, em que Victor aparece no começo para o grupo todo, causando pânico. Neste, as pessoas se dividem em dois grupos: aqueles que vão ficar no meio da floresta para morrer no decorrer do filme e o grupo que vai até a casa de Victor e só começarão a morrer no terceiro ato. Isso perde um pouco a graça, afinal já sabemos que ninguém do primeiro grupo irá sobreviver e perdemos o interesse neles.
Outros defeitos da sequência são as faltas de perseguições. Se alguém vê Victor Crowley...morre. Sem nenhuma perseguição. E se compararmos com o primeiro, esta "Parte 2" perde feio. Outro erro, na minha opinião, é a falta de mulher no filme. Só temos duas, a mocinha e uma outra que não faz muita coisa e morre. Os personagens não conseguem metade do carisma que os outros tinham e isso faz com que suas mortes se tornem indiferentes.
Mas como ponto positivo, temos vários rostos conhecidos. Como disse acima, Tony Todd volta em um papel bem maior do que que o original. O oriental do primeiro filme também volta, mas agora ele vive o irmão gêmeo do que morreu. Seu papel é basicamente igual ao do irmão e o destino é o mesmo. E não podemos esquecer, é claro, da participação super especial da loira engraçada do primeiro filme, que apesar de também ter morrido, marca presença na sequência através de uma gravação.
As mortes continuam violentas, exageradas e sem CGI. Destaco a machadada na vagina e a última morte. Apesar do filme ir se arrastando sem surpresas, quando o Crowley chega até a sua casa para o massacre final, o filme se salva de ser mais uma sequência dispensável. O desfecho é incrível e, definitivamente, a melhor parte do filme. Uma sequência inferior, mas ainda assim, boa. Para quem é fã do Victor Crowley é uma boa pedida. Nota 7...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Terror no Pântano (Hatchet)


Uma volta alucinante ao gênero slasher dos anos 80.Ben levou um fora da namorada e junto com seu amigo Marcus vai para New Orleans comemorar o Mardi Gras, uma espécie de carnaval da cidade. Lá resolvem fazer um tour pelo "Pântano Assombrado" e conhecem Misty e Jenna, duas dançarinas exóticas, e a doce Marybeth. Durante o passeio, ficam sabendo da lenda de Victor Crowley, um garoto deformado que morreu tragicamente assassinado pelo próprio pai. Ben e Marcus não levam a história a sério, mas não demora muito para que eles tenham certeza de que Victor está de volta. Uma nova história sangrenta, no melhor estilo Jason e Freddy, que fará você sentir calafrios de terror.
Filme recomendado para fãs de terror macabro como eu gosta de terror e o medo aumentar a cada cena você irá adorar este filme.
Um ótimo trash com cenas bem fortes, e o legal é que as mortes são bem diferentes do que de outros filmes de terror é pura diversão eu recomendo. 
Este filme supera muitas porcarias que estão ou que se dizem filme de terror.
Ha e o vilão conseguiu chegar ao topo de freddy, mas de jason ninguém vai conseguir nem a pau.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

O albergue parte3

 
Você está com sorte hoje?Bom dúvido!Neste ano de 2011 lançou o terceiro capítulo da sangrenta franquia O Albergue(Hostel),essa que é uma das minhas franquias favoritas,até o momento que resolvi ver O Albergue 3.Digo apenas uma coisa:Sem Roth a franquia foi para o lixo!O filme é mais que péssimo,não tenho palavras para citar a raíva que senti depois de ver este que na minha opinião é um dos mais fracos e declinentes terrores deste ano de 2011.
Este filme,tomou um rumo totalmente diferente dos últimos dois filmes de sucesso da franquia.Arruinou o que seria uma trilogia perfeita!Para começar vou lhes explicar algumas coisas sem muita lógica no filme.Primeiro:o título é O Albergue,mais o curioso é que neste terceiro filme pouco aparece o estabelecimento onde as vítimas se hospedam.Segundo:Os métodos de tortura super fracos, muito ruins,e por fim o terceiro caso:Não entendi aquele encontro de clientes,eles não matam,apenas assistem e apostam.Isso mesmo! eles pagam para assistir a morte da vítima e apostar.
Mas vou falar o que realmente é curioso,O Albergue 3 mais ou menos plageou o filme de terror chinês Acesso Restrito,quase na linha de O Albergue,onde um grupo da elite se reúnem num tipo de festa e mandam convites para as próprias vítimas,em um tipo de fábrica abandonada.E sinceramente! esse filme vale pelos três da franquia O Albergue.Bom voltando à crítica,só posso dizer uma coisa,sem Eli Roth e Quantin Tarantino,O Albergue não tem vida,e é lamentável ver algo tão fraco,mais tão fraco quanto este ridículo terceiro filme da franquia.Quanto à direção,a pior!Scott Spiegel,que já trabalhou nos filmes anteriores de Roth,matou e realmente fechou as portas para outras continuações.Quanto ao elenco,também não ajuda muito com excessão é claro do alemão Thomas Kretschemann(King Kong), já Kip Pardue(Fuga Sobre Trilhos),não brilhou assim como o restante do elenco.
Vale também ressaltar os horríveis efeitos especiais,e a trilha sonora fraquíssima.E nunca pensei que iria falar isto, mas infelizmente O Albergue 3,meu entediou e me deu o maior sono!Para completar fiquei triste pelo que assisti,toda a boa estória dos anteriores se perdeu no script fajuto deste filme,e tudo o que mostrou à trama nos últimos dois capítulos,fez diferente neste,traduzindo,O Albergue 3 foi uma bomba!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Sei que este blog fala de filmes de terror mais eu não podia deixar de falar sobre eles!!!

Eles são:

OS MUPPETS (2011)

 

Você se lembra do programa The Muppets Show? Não fique acanhado se a resposta for negativa. É apenas sinal de que você tem menos de 30 anos. Para os que não conhece, Muppets Show foi um programa infantil de grande audiência nas décadas de 70 e 80. O show era uma apresentação em números dos Muppets. Com Caco como apresentador, contando sempre com uma participação especial. 

O show já teve participações de : Twiggy, Vicent Price, John Cleese, Debbie Harry , Roger Moore entre outros.

Por que escrever um parágrafo sobre os Muppets? Para os leitores entenderem parte da importância deles na geração 70/80/90. O longa de 2011, mostra os Muppets nos dias atuais, esquecidos e em uma vida fora dos holofotes. É quando os irmãos Walter (um futuro Muppet) e Gary decidem resgatar o Teatro Muppet e salvá-lo de um milionário do petróleo Mr. Richman, que tem intenções maléficas a respeito do local. Esta aventura poderia ser mais um filme saudosista que tenta resgatar os heróis perdidos de uma geração. Mas não é apenas isso.

Diferentemente de muitas produções nostálgicas, esta tem em sua essência a linguagem que deu sucesso ao show. O longa mostra os Muppets tentando recuperar seu sucesso, recorrendo às piadas antigas, mas sempre zombando dela. Como por exemplo, os produtores do show, cansados e depreciativos dos fãs e do show (em um momento, um deles diz que os fãs dos Muppets já estão mortos “ de tão velhos”). Ou o uso da metalinguagem para contar a história; eles citam recursos utilizados por realizadores de cinema, para compor a narrativa da ação.

Recursos como a montagé (um clipe com passagem de tempo), mapa (quando um personagem faz viagem e se visualiza um mapa denominando a viagem), citações de rubricas de roteiros, comentários sobre o filme, linguagem propriamente cinematográfica. Esses recursos são citados em falas e em ações pelos personagens, revelando um senso de humor old but new. Eles brincam o fato de serem velhos, esquecidos e com humor ultrapassado. Ainda com divertidos números musicais, que poderiam ser a parte chata do filme, são inteligentes, leves e espertos. As letras são engraçadas, assim como as interpretações. 

Os números musicais lembram o clipe da Bjrok, “It’s Oh So Quiet” ou os antigos musicais. Já o elenco, não deixa de ser espetacular: Alan Arkin (que já fez participação no show), Jack Black (em um participação bem interessante); aparições de Selena Gomez (que faz piada com sua idade, afirmando não saber quem são os Muppets), Whoopi Goldberg (estrela desaparecida de Hollywood), Bill Cosby (humorista dos anos 80), Jim Parsons ( Sheldon, de Big Bang Theory), a citação do ícone teen 80’s Molly Ringald; e, por fim, uma referência ao filme O Diabo veste Prada, com a assistente nº 1 de Miranda Priestly (personagem de Meryl Streep): Emily (Emily Blunt). Sim, a personagem de Emily Blunt tem um retorno inusitado nesta aventura. 

Os Muppets – O Filme entretém, mata a saudade e ainda emociona os espectadores. Uma grande homenagem à velha guarda do entretenimento, à todas as estrelas esquecidas pelo tempo. E pelo resgate de uma cultura perdida: a simplicidade no humor é que fazia a diferença. 

Rammbock: Berlin Undead


O começo é até que  surpreendente : um tímido homem de meia idade conversa com um amigo na frente do prédio da ex-namorada. Ele volta pra devolver as suas chaves, o que é apenas um pretexto para vê-la novamente. Depois de um diálogo que mostra o quão apaixonado está, ele sobe para o apartamento dela e, qual é a sua surpresa quando chega lá e vê um encanador transformado num zumbi. E então o filme todo passa praticamente nesse condomínio enquanto algumas pessoas isoladas tentam sobreviver a uma epidemia que transforma a todos em zumbis.
Com apenas 59 minutos (quase um curta-metragem), esse terror alemão parece um spin-off mal feito de “REC”, já que a enfermidade dos zumbis de ambas as produções parecem a mesma. É meio confuso na própria transformação de zumbis, a qual parece não ter muito critério, a não ser se enquadrar na marra à narrativa proposta. E de quebra ainda tem como destaque (positivo e negativo) uma cena pra lá de surreal envolvendo o amor entre dois zumbis.
Sem nenhuma inovação, “Rammbock: Berlin Undead” parece ter sido uma experiência bem barata com pouca estrutura que para seus realizadores, deve ter atingido o objetivo proposto. Para eles, mas não para o público.

O Alvo – Bem Vindo ao Inferno (The Devil’s Tomb)



Um grupo de mercenários sob o comando do veterano de guerra Mack é contratado por uma misteriosa agente da CIA chamada Elissa para resgatar um cientista que estava trabalhando em um sítio arqueológico nas profundezas sob o deserto, em pleno Oriente Médio. Com a ajuda de um estranho religioso, Mack e sua equipe logo descobrem que o verdadeiro segredo escondido sob as areias é algo mortal e por que estava tão bem guardado – algo que não pertence a este mundo!
Bom este filme é mais uma vitima de mais uma péssima tradução do título (que, na integra, seria algo como “A Tumba do Demônio”), se eu fosse definir-lo em uma única palavra, seria ridículo. O filme dá sustos? Dá. Tem algumas atuações boas? Uma minoria. E a história? Previsível, mal elaborada e totalmente frustrante. Não tenha expectativas, o filme é 100% comercial e não traz nenhuma surpresa.
Não quero dizer que todos os filmes comerciais são ruins, porque se estivesse afirmando isso estaria mentindo. Mas O Alvo é o típico filme feito para vender e fazer sucesso no campo masculino, portanto não é um filme inteligente e nem bem elaborado. Acredito que a maior parte do orçamento foi direcionado à locações e aos efeitos especiais. Falando em efeitos, como todo filme mal escrito, o Alvo é apelativo e, bem às vezes, dá um ou outro susto.
O filme é repleto de clichês, as explicações dadas para os acontecimentos são totalmente confusas, tendo, de leve, algum real sentido. Fico extremamente chocado com esse filme, pois é uma das piores tentativas de juntar os gêneros terror e ação que já vi. O resultado foi um filme de terror totalmente ruim, e um filme de ação estranho.

Tenho que admitir que uma pequena parcela das atuações são boas, mas não salvam o filme. O Alvo é um bom exemplo moderno de como não fazer um filme, tanto de ação, como de terror. Quem quiser correr o risco, como eu disse anteriormente, assista sem nenhuma expectativa, que assim você poderá (talvez) apreciar melhor.
 

sábado, 3 de dezembro de 2011

Critica da primeira parte da 2ª temporada de The Walking Dead...



Eu andava não gostando muito da segunda temporada da série todas as semanas era a mesma mesmice , mas sabia que chegaria um momento em que eu ficaria sem palavras. Na primeira temporada, com certeza, o ponto mais alto, foi a morta da Amy e o ataque ao acampamento. No último episódio do ano, desta segunda temporada, eu esperava por mais um gancho surpreendente e já estava preparado para todas as hipóteses na minha cabeça, mas nada poderia me preparar para o que realmente aconteceu.
Vamos deixar o final para o... Final. Primeiro vamos falar das coisas interessantes que aconteceram no episódio antes do meu mundo cair. Glenn finalmente decidiu se tornar um macho alfa e contar para todos os outros que tinha errantes no celeiro. Resultado? A fúria da Maggie, que tentou matá-lo com salmonella. Mas o japa não deixou por menos e foi atrás da moça, que fez doce no começo, mas, depois de umas boas de umas verdades, correu para os braços do Glenn. E parece que a relação deles será oficial a partir de agora, com direito a beijinho em público e tudo mais. Espero que este casal dê certo, gosto dos dois juntos, dá um ar juvenil à série.
Uma das hipóteses mais fortes que assombravam minha cabeça, era o fim definitivo do Shane. Pelo que eu pude ler na internet, eu não era o único que achava isso. Apesar de todos amarem o personagem, vejo isso nos comentários, ele vem se mostrando cada vez mais instável. Neste episódio então, eu pensei que ele mataria o Dale. Graças a Deus isso não aconteceu, mas não ameniza a situação. Ele está ficando doente, maluco e psicótico. Como eu havia previsto, ele colocou na cabeça que o filho da Lori é dele e que devia acabar com os errantes no celeiro. Do jeito esquisito que ele estava, eu não entendo como os outros compraram tão fácil a idéia dele.
Por outro lado, temos o Rick. Eu realmente gosto do personagem, apesar de saber que ele estava sofrendo pela falta de atitude. Eu até gostei da não-reação dele ao saber que a Lori tinha dado uns pegas frenéticos no Shane, até porque, não era mesmo uma coisa a se discutir, todos pensavam que ele estava morto. Se fossem outros personagens, teríamos um drama para semanas, mas não com Rick, esse é um ponto positivo que eu admiro no personagem. Mas, como diz o ditado, a mesma mão que acaricia, bate. Não gostei da passividade dele em relação à captura dos errantes no pântano, achei que ele precisava tomar o controle da situação, mesmo que de modo racional.
Outra coisa que merece destaque, é a relação entre a Carol e o Daryl. Estou realmente convencido que o irmão dele está morta e ela também está sozinha. Ainda não entendi direito se eles se gostam como homem e mulher ou apenas como amigos, tipo, irmãos. Mas creio que seja a segunda opção, não consigo imaginar os dois se beijando. E esta relação deve se aprofundar ainda mais nos próximos episódios, definitivamente. O que eu achei mais traiçoeira no episódio, é o fato dos personagens toda hora mencionarem a Sophia, dizendo que ela estava perto, que a encontrariam logo, sã e salva. Bem, eles tinham razão em uma coisa...
Com certeza, a parte mais bombástica acontece depois que o Shane abre a porta do celeiro. Eu tinha achado tudo muito sem graça, um verdadeiro massacre, sem nenhum perigo. Quando vi a promo, pensei que os zumbis tocariam o terror naquela galera e que mataria alguns, provavelmente da família do Hershel. E acabou acontecendo completamente diferente. Quando eu pensei que tudo já tinha acabado, eis que ela sai, Sophia zumbificada. Vocês têm noção da minha cara? Foi a coisa mais chocante da série até então e posso dizer por todos, uma vez que, até quem leu as HQ's ficará chocado. The Walking Dead se superou e nos trouxe um final mais do que bombástico, um final triste que quase me fez chorar. Só de imaginar o sofrimento que a Carol deve ter passado, ao ver sua filha, cara-a-cara, zumbificada, é de partir o coração. Ansioso pelos próximos episódios !!!!!!!!!